SOBRE RAMIRO S. OSÓRIO

“Gostaria que o que dissesse aqui fosse como o contar um sonho. O que é que se aprende ouvindo os sonhos dos outros? O que é que se aprende tentando interpretar os nossos próprios sonhos? Camas à beira de falésias. Grutas habitadas por tribos pintalgadas. Um marinheiro que faz naufrágio para inventar um país que lhe afogasse as saudades do seu. O que é que se aprende lendo os sonhos dos outros, os pesadelos dos outros? sim porque a literatura é isso. Feita dessa matéria mesmo de que os sonhos são feitos de.”

  

A crítica ao livro de estreia (ramirosório superstrass) foi publicada na revista “Colóquio  Letras”  da Fundação Calouste Gulbenkian de Lisboa. (Prestigia os autores – a fortiori um estreante – serem seleccionados para integrarem as escassas páginas de crítica dessa revista literária.)

A autora da crítica a “A Lua Prometida” é a mais conhecida escritora portuguesa de  literatura  infanto-juvenil  (Em Portugal goza de uma notoriedade como Lygia Bojunga no Brasil.) A crítica foi publicada pelo mais institucional jornal português: o Diário de Notícias.

O autor da resenha sobre a pintura em desfile é Martim Avillez Figueiredo, para o irreverente semanário “O Independente”.

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